quinta-feira, 29 de novembro de 2012

FONTES DE INFORMAÇÃO






TEORIA DOS EFEITOS LIMITADOS

A teoria dos efeitos limitados, surge após a teoria da persuasão e se baseia na mesma. Aqui a mídia tem influência limitada na sociedade por ser somente um instrumento de persuasão. Segundo esta teoria, a mídia tem o mesmo poder dos que outras instituições como: igreja, política, escola. A informação passa por diversos filtros de caráter social do individuo antes de ser absorvida.

A Teoria dos Efeitos Limitados é composta por duas correntes: 1º) o estudo da composição diferenciada do publico, 2º) a percepção de que a eficácia do meio de massa só é susceptível em seu contexto social. Portanto, essa teoria é muito importante para o processo de formação de opinião. Ela também contribui para o desenvolvimento do modelo two-step e da influência dos lideres formadores de opinião nas pessoas. Com tudo isso, a teoria dos efeitos limitados, chega à conclusão de que os efeitos, antes atribuídos a uma esfera individual, agora passam a estar direcionados a uma rede de relações entre as pessoas.

TEORIA DO GATEKEEPER

A Teoria do Gatekeeper está focada no jornalista e vê-lo como uma espécie de porteiro que deixa entrar a quem deseja, ou seja, é ele quem decidi se deixa passar a informação ou se a bloqueia.

O termo gatekeeper vem do inglês e traduzindo para o português significa porteiro.  O jornalista gatekeeper é o responsável pela progressão ou morte da notícia, pois tem o poder de decisão sobre a filtragem dos fatos, suas relevâncias e importância.

A teoria do gatekeeper foi perdendo prestígio e substituída pelos paradigmas da construção da realidade. Segundo estudos e pesquisas, as decisões do gatekeeper estavam mais influenciadas por critérios profissionais ligados às rotinas de produção da notícia e à eficácia e velocidade do que uma avaliação individual da noticiabilidade.

Muitos são os fatores que determinam quais acontecimentos viram notícias, desde as técnicas redacionais, o tempo e o espaço na página até a organização profissional da redação e as linhas editoriais de um jornal ou revista.

TEORIA DO AGENDAMENTO

Em meados dos anos 70 os pesquisadores Donald Shaw e Maxwell McCombs formularam a Teoria do Agendamento. Explica que as notícias são como são porque os veículos de comunicação nos dizem em que pensar, como pensar e o que pensar sobre os fatos noticiados. A Teoria do Agendamento defende a idéia de que os consumidores de notícias tendem a considerar mais importantes os assuntos veiculados na imprensa, sugerindo que os meios de comunicação agendam nossas conversas . Ou seja, a mídia nos diz o que falar e pauta nossos relacionamentos. A hipótese do Agenda setting não defende que a imprensa pretende persuadir. A influencia nas conversas dos cidadãos advém da dinâmica organizacional das empresas de comunicação, com sua cultura própria e critérios de noticiabilidade.

TEORIA DO ESPELHO

A teoria do Espelho pressupõe que as notícias são como são porque a realidade assim as determina. Ela traduz a idéia da fotografia e sua “reprodutibilidade técnica”. Acredita e defende a objetividade do trabalho jornalístico. Para esta corrente, o jornalista é um comunicador desinteressado e que conta “a realidade”, dor a quem doer. Para o sendo comum, é até hoje a concepção dominante no jornalismo ocidental.
O jornalismo é um espelho da realidade, ele é quem divulga a realidade.
É a Teoria mas antiga. Inspira-se no Positivismo do filósofo francês Auguste Comte. Tem dois momentos históricos dessa Teoria : Em meados do século 19. Nascimento do jornalismo informativo, que separa opinião de informação. E início do século 20, quando o jornalismo aparece associado a objetividade, aqui entendida como método criterioso de pesquisa e checagem dos fatos.